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Peso da Régua - Douro
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Turismo Peso da Régua
foto Turismo Peso da Régua

Todo o ano

 

 

 

 

 

 

As visitas ao Douro falam de uma enorme diversidade de cenários de grande riqueza e embalam-nos entre episódios carregados de enormes sensações tão encantadoras como a descoberta, a cada momento, de novos desafios.

Na cidade e concelho de Peso da Régua, o turista pode fazer um dos muitos circuitos turísticos onde a paisagem deslumbrante, observada de miradouros panorâmicos, a visita a armazéns de vinhos, a prova do vinho fino, são pontos de interesse.

 

 

Itinerário urbano

O núcleo urbano da Régua é composto por duas freguesias: Peso da Régua e Godim. O comércio e os serviços conheceram um grande desenvolvimento nos últimos anos, mas a vinha e o vinho continuam a ser a imagem de marca da cidade.

A nível patrimonial destacamos a Igreja Matriz (séc. XVIII), a Capela do Cruzeiro (séc. XVIII), Cruzeiro do Senhor da Agonia, a Capela das Sete Esquinas (séc. XVIII, a ser reparada), Casa Vaz (séc. XVIII), Casa do Dispensário (séc. XVIII), Capela do Asilo, assim como a casa da Real Companhia Velha, antiga sede da Real Companhia das Vinhas do Alto Douro, futura sede do Museu do Douro, bem como o Teatrinho da Régua e o Padrão Comemorativo da Viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral. As três pontes identificam épocas diferentes da história do concelho e ligam-nos a um futuro assente no desenvolvimento das vias de comunicação, indispensável a uma maior dinâmica económica da cidade.

Na Régua, o turista pode ainda visitar o edifício da Casa do Douro, cuja construção data do segundo quartel do séc. XX, em granito polido e mármore, com vitrais da autoria do pintor Lino António, onde pode ver retratada a história da Região Demarcada do Douro.

A visita à Régua ficará completa com uma passagem pela Estação Ferroviária, onde o primeiro comboio chegou no dia 14 de Julho de 1879.

 

Itinerário rural 1

O Parque Termal das Caldas do Moledo, situado a 5km da cidade da Régua, em direcção ao Porto, oferece-se como um local de repouso, onde o ambiente de calma, leva as pessoas a um descanso salutar. A estância termal está indicada para o tratamento de afecções reumáticas, bronquites, sinusites, rinites, laringites, faringites e dermatoses.

Ao subir, a paisagem que contemplamos é deslumbrante e aí se compreende Miguel Torga quando ao que a vista alcança chamou "doce mar de mosto". A cada curva desfeita, a inebriante paisagem que o homem conquistou e fecundou.

Em Fontelas, o turista pode optar por visitar a Igreja Matriz, com 250 anos, restando-lhe alternativas como a Capela de N.ª Sra. das Dores, do séc. XVIII, a Casa de Moreira de Baixo, a Casa de Extremadouro e a Casa da Quinta da Igreja, três edifícios oitocentistas.

Continuando a subir, chegamos a Loureiro. O miradouro do alto de Santo António é uma varanda sobre a Régua, de onde pode apreciar a imponência da paisagem. Com a serra do Marão à vista, os olhares ficam presos e o espírito sobressaltado pela imponência e rudeza dos penhascos. As Quintas de Santa Júlia (séc. XVIII), Torre (séc. XVIII) e de Travassos, onde viveu a Ferreirinha, são motivos para demorar mais algum tempo nesta freguesia.

As origens da freguesia de Moura Morta são muito antigas, estando inscrita nos anais da história como lugar de muita importância na região. Diz-se que o nome desta freguesia derivou da lenda de uma princesa moura, assassinada neste lugar pelos Templários, por se recusar a negar a sua fé e abraçar a fé cristã. Moura Morta foi vila e concelho, com foral datado de 1514. Situada nas encostas da serra do Marão, ostenta ruínas da Casa da Ordem de Malta, bem como da Câmara e da Cadeia, vestígios de um passado marcado por autoridade e poder. Aqui, poderá ainda visitar a Igreja Matriz, a casa da Comenda (séc. XVIII), a Ponte Medieval de Cavalar e o cruzeiro centenário.

Sedielos é a maior freguesia do concelho e está situada no limite ocidental do município, a cerca de 12 Km da cidade. As casas de xisto constituem um dos aspectos mais interessantes desta freguesia, erguendo-se entre ruelas estreitas e terrenos plantados de vinha. Por toda a freguesia, encontrará capelas, igrejas e um cruzeiro dignos de serem visitados.

A freguesia de Vinhós situa-se nas fraldas da serra do Marão, sendo o lugar da Ermida o mais abrupto, onde fica a célebre "Fraga da Ermida", onde a águia real faz o ninho. A Igreja Matriz cuja construção data de 1739 merece uma visita.

 

Itinerário rural 2

Na margem esquerda do rio Douro, encontramos a freguesia de Covelinhas. Para lá chegar, é necessário fazer um percurso de cerca de 10 quilómetros para Este, depois da Régua, em caminhos sinuosos.Covelinhas nasceu e cresceu com vista para o rio Douro, nele reflectindo toda a sua simplicidade. Junto à margem passa a linha de caminho de ferro, que possibilita, saindo da Régua e indo até ao Pocinho, um dos mais belos itinerários ferroviários de sempre.

Deixamos Covelinhas e subimos até Galafura, onde se pode visitar a Igreja Matriz (séc. XVI), o seu Campanário e um Cemitério Mouro. Nesta freguesia encontrará, também, um dos miradouros mais bonitos de toda a região duriense, o miradouro de S. Leonardo, onde Miguel Torga mergulhava no rio e se embrenhava na paisagem magnânima deste "Doiro sublimado", a quem num dos seus "Diários" chamou de "excesso de natureza". Sobre uma pedra está registado um excerto da obra daquele que é considerado um dos maiores escritores portugueses do século passado, na qual o Douro é uma presença constante.
Deste lugar contam-se lendas e histórias, que aumentam o encanto destas paragens, um dos lugares mais belos do concelho reguense, paragem obrigatória para quem visita o Douro.

A contrastar com os xistos do casario humilde, erguem-se casas brasonadas que testemunham a nobreza de muita gente que passou por Canelas. Aqui, poderá visitar a Estação Arqueológica do Alto da Fonte do Milho, um monumento nacional de origem romana, bem como a Casa do Covelo, um edifício oitocentista. Contudo, o Santuário da Senhora das Candeias é o lugar ideal para admirar esta freguesia. A capela foi mandada construir por D. Maria I, em honra de Nossa Senhora da Purificação. Nesta freguesia nasceu o general Silveira, mais tarde Conde de Amarante. Também aqui nasceu João de Araújo Correia, médico e escritor reguense, que a todos orgulha pela obra que dedicou ao Douro e às suas gentes.

Poiares, como povoação, é antiquíssima, ignorando-se, contudo, a data da sua fundação. Sabemos que foi a Ordem do Templo que a instituiu, tendo nela fundado um mosteiro. Como a população de então era pouca, os cavaleiros trataram de povoá-la por meio do aforamento de terrenos aos seus familiares, aos serventes e a outras pessoas, encarregando-se eles da construção de um templo e da constituição de uma freguesia autónoma.


Em Poiares, vale a pena visitar a Casa da Comenda, a Igreja Matriz, a Capela de Santa Bárbara e a Capela de Nossa Senhora da Graça, junto ao cruzeiro. O Seminário de Poiares está alcandorado numa formosa colina a 450m de altitude. Este Seminário foi residência particular de S. Ex ª Rev. D. Manuel Vieira de Matos, arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas. Daí o epíteto que ainda hoje conserva de "Vila do Arcebispo Primaz". Por um acto de inspirada caridade o benemérito prelado legara a sua vila à Congregação Salesiana de S.G. Bosco. Com a criação da diocese de Vila Real em 1924, este Seminário tornou-se um Instituto Missionário, pois nele recebiam educação e instrução alunos do curso preparatório, que aspiravam ao apostolado missionário nas terras ultramarinas do Império Português. Actualmente, neste Seminário são ministrados os cursos do 1.º e 2.º ciclo, sendo frequentado por crianças de ambos os sexos.

 

 

 

 

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