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Roteiro Arqueológico
foto Roteiro Arqueológico

 

 

 

 

Dos Dolmens aos Menires, passando pelo Castro de São Lourenço ao Cemitério Medieval, a oferta patrimonial é vasta e diversificada.

 

 

Menir de S. Paio de Antas (Antas)

Monólito em granito da região, bem talhado, de aspecto fálico, sem qualquer tipo de decoração, visível em cerca de 1, 65 m de altura. Apresenta uma inclinação para sul, posição que acentua sua forma eminentemente fálica. Muitos investigadores atribuem-lhe carga simbólica, associando-o a ritos de fertilidade praticados pelas comunidades de então. Está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1992.


Dólmen do Rápido III (Vila Chã)

O dólmen do Rapido III integra um conjunto megalítico formado por três mamoas.
Apresenta uma câmara protegida por uma mamoa em terra e uma pequena couraça, integrando ainda um pequeno corredor. Alguns dos nove esteios da câmara apresentam vestígios de arte rupestre, sob forma de gravuras.


Dólmen da Portalagem (Vila Chã)

É constituído por um "tumulus" ainda relativamente bem conservado e urna couraça pétrea que encosta às lajes da câmara. Esta, por sua vez, de forma sub-rectangular, originalmente seria formada por 14 a 15 esteios graníticos. Presentemente restam apenas 12, alguns dos quais parcialmente fragmentados. Da cobertura resta, somente, uma laje de proporções avantajadas.

 

Dólmen da Cruzinha (Vila Chã)

Sob a mesma mamoa de terra de grandes dimensões revela-se um monumento de características ímpares, pelo facto de apresentar uma anta e uma antela lado-a-lado. Esta, de menores dimensões apresenta a laje de cobertura (tampa). O segundo dólmen é de maiores dimensões e hoje resta-lhe uma única laje de cobertura.


Castro de S. Lourenço (Vila Chã)

O castro de S. Lourenço é um povoado fortificado, no qual foram encontrados vestígios que recuam ao séc. IV a.C. Desde o séc. II a.C. que as casas vão sendo construídas por todo o monte em patamares. A área escavada mostrou a existência de núcleos habitacionais, os quais são frequentemente rodeados por lajeado. A defesa era assegurada por três muralhas.
Nos finais do séc. I a.C. assistiu-se a transformações que perduraram até ao séc. IV d.C., com todos os indícios de romanização.
Após um período de abandono o Monte de S. Lourenço volta a ser ocupado, por volta do séc. XIV quando é erguido um sistema defensivo, tipo pequeno castelo.
Para além do aspecto histórico-arqueológico o Monte de S. Lourenço é um local de rara beleza paisagística. Miradouro com vista para o Atlântico, permite a visão da orla costeira, onde se destacam pontos como a Póvoa de Varzim, o pinhal do Ofir ou mesmo os célebres "Cavalos de Fão". Além da maravilhosa vista pode-se ainda desfrutar de um ambiente calmo e repousante.


Castro do Sr. dos Desamparados (Palmeira de Faro)

O castro do Sr. dos Desamparados é um povoado de pequenas dimensões, servido por um sistema defensivo formado por duas muralhas. O monte apresenta as características casas redondas, completadas por um encanto particular conferido pela Natureza, nem sempre passível de se admirar noutros sítios.
Na acrópole foi construída a capela do Senhor dos Desamparados, cuja data de construção remonta a 1825/26, estando assumidamente relacionada com a 2.ª Invasão Francesa.

 

Cemitério Medieval das Barreiras (Fão)

A antiguidade da Vila de Fão está bem patente nas cerca de 144 sepulturas e restos de um edifício, os quais remontam ao período que oscila entre o século XI e XIV.
Os túmulos são constituídos em caixa e cobertura de xisto ou com caixa em granito e tampas de placas de xisto, estando orientados no sentido Poente-Nascente. Os esqueletos dos túmulos estavam ainda razoavelmente conservados, o que proporcionou a realização de um estudo antropológico.
Do espólio detectado até ao momento salientam-se algumas moedas da primeira dinastia e cerâmicas atribuíveis aos séculos XII a XIV.
 

Visitas Orientadas

A visita aos sítios arqueológicos poderá ser acompanhada técnicos da Câmara Municipal de Esposende, que orientam a visita de acordo com a idade, o nível de escolar e os objectivos.
Durante a visita, os participantes podem viver momentos de descoberta e compreensão da vida quotidiana e/ ou rituais de enterramento, proporcionando em simultâneo momentos capazes de sensibilizar para a importância da natureza que os nossos antepassados sabiamente adaptaram às suas necessidades.


Informações úteis:

Público-alvo: a partir do 1.º Ciclo
Funcionamento: 2.ª a 6.ª feira
09h00 às 17h00
N.º de participantes: 50 (máx.).
Tempo de visita: adaptado à disponibilidade dos visitantes.
Acesso: gratuito, mediante marcação prévia.

 




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