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Celorico de Basto
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Artesanato de Celorico de Basto
foto Artesanato de Celorico de Basto

 

 

 

 

O Linho

Tudo começa com o lançamento das sementes á terra. Até que o linho se torne tecido são muitos os processos que implica: semeado, mondado, regado, arrancado, junta-se em molhos, é ripado, molhado, seco, enfaixado, espadelado, restelado, assedado, fiado e depois segue para o tear.

Na verdade o concelho não é grande cultivador de linho, existem algumas pessoas que ainda o fazem, mas como é uma cultura que envolve muito tempo e trabalho não é muito rentável.

É considerado produto de luxo que só alguns podem ter acesso, dado o valor elevado das peças.

 

Tecelagem do Linho

A arte da tecelagem passa pelas toalhas de mesa e colchas para camas, trabalho que envolve algum tempo e disponibilidade - uma colcha demora 3 semanas e uma toalha de mesa 3 dias, só no tear.

Os trabalhos de tecelagem e bordados tradicionais, conhecem ainda hoje um considerável vigor.

Tem vindo a aumentar o número daqueles que se dedicam a esta actividade, mercê da dinamização fomentada sobretudo por cursos de formação, na expectativa de incentivar os mais jovens a exercer uma actividade que faz parte da cultura e da entidade de um povo e que agora se pretenda que constitua, pela a criação do próprio emprego, a sustentação de uma pequena economia.

 

Rendas e Bordados

Os bordados tradicionais conhecem ainda hoje um considerável ímpeto. Aumentou o número daqueles que se dedicam a este ofício.

Os bordados constituem um trabalho de difícil execução, muito rigoroso e necessita de mãos hábeis e delicadas.

Lençóis, travesseiros, fronhas de almofada, toalha de mesa e rosto e peças de decoração várias, são de uma beleza expressa nas cores, nos fios dourados e nos motivos decorativos.

Com as rendas criam-se produtos de igual qualidade e beleza que juntamente com os bordados feitos no linho, constituem no seu conjunto peças de indiscutível valor cultural.

Peças que fazem parte do nosso património cultural e enchem de cor e alegria as nossas aldeias, constituindo marés vivas de uma tradição bem enraizada na alma do povo Celoricense.

 

Tecelagem de Mantas

O aproveitamento de tecidos já usados dá origem à tecelagem em trapos para o fabrico de mantas, passadeiras, tapetes, colchas e almofadas.

O tecido é cortado em tiras estreitas que são unidas com um nó ou alinhavos simples, formando novelos de cores idênticas ou diferentes.

Sendo um tipo de tecelagem modesto, dá origem a peças que são o resultado de um trabalho de tear manual muito moroso.

As tradicionais mantas de farrapos, coloridas e ingénuas, que em tempos eram fruto de uma imaginação distante que nas horas de invernia puxavam o tear que ia alimentando o órgão, são agora procuradas para decoração dos espaços habitacionais.

 

Cestaria

Desta actividade saem os cestos de verga outrora muito usados nas nossas vindimas ou na agricultura mais tradicional.

Era típico o cesteiro ambulante que, aqui ou ali, procurava o seu mercado carregando fachas e cestos novos. Era sinal da época de S. Miguel, nas colheitas por isso todos os recipientes eram poucos.

Dos espaços rudimentares saem belos trabalhos de cestaria com alguns efeitos geométricos, produzindo utensílios de fins variados: cestos grosseiros e resistentes para os trabalhos agrícolas; cestaria fina; artigos de decoração.



Raquel Garcia Vale a pena jantar em espaços como este, boa cozinha, simpatia constante, ambiente sereno e acolhedor. Felicidades.
line Teresa Clemente Comida e atendimento excepcional em ambiente muito acolhedor. Aconselho!
line Cristina Conde Tudo o que se coma nesta casa é soberbo! O cabrito assado é delicioso, o atendimento muito simpático e profissional. Um bem haja!
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